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Política DF

Senado reanalisa 'Lei do Mar' para gestão costeira e sustentabilidade

Projeto que visa regulação do sistema costeiro-marinho retorna às comissões após emendas no Plenário, com foco na conservação e uso sustentável.

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A 'Lei do Mar' (Projeto de Lei 2.673/2025) será submetida a uma nova rodada de análises nas Comissões de Infraestrutura (CI) e de Meio Ambiente (CMA) do Senado Federal. A decisão de reavaliar a proposta surge da necessidade de incorporar e discutir emendas apresentadas durante sua tramitação em Plenário, buscando aprimorar o texto que estabelece a Política Nacional para a Gestão Integrada, a Conservação e o Uso Sustentável do Sistema Costeiro-Marinho.

O PL 2.673/2025 visa preencher uma lacuna legislativa fundamental na gestão dos recursos marítimos nacionais. A iniciativa busca criar um arcabouço jurídico que garanta a exploração consciente e a proteção dos ecossistemas costeiros e marinhos, essenciais para a economia e o meio ambiente brasileiro.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE), relator da matéria, tem sido um dos principais defensores da urgência em aprovar a legislação. Segundo o parlamentar, a vasta extensão litorânea e oceânica do Brasil demanda um tratamento legal específico que harmonize o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental.

A proposta original, aprovada em suas respectivas comissões, delineia diretrizes para o planejamento e execução de políticas públicas voltadas à zona costeira. Isso inclui desde a exploração de recursos pesqueiros até a proteção de áreas sensíveis e a prevenção da poluição marinha, impactando setores como turismo, energia e logística portuária.

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Com as emendas incorporadas em Plenário, as comissões terão a tarefa de revisitar o texto para assegurar que as alterações não desvirtuem os objetivos centrais do projeto. O processo de reanálise é uma etapa comum no trâmite legislativo, garantindo que todas as perspectivas e sugestões sejam devidamente consideradas antes da votação final.

A expectativa é que a 'Lei do Mar' possa oferecer maior segurança jurídica para investimentos e atividades na costa, ao mesmo tempo em que estabelece padrões mais rígidos para a proteção ambiental. A medida é vista como crucial para o futuro do litoral brasileiro e seus ecossistemas.

Após a deliberação nas comissões, o projeto, que já passou por diversas fases de discussão e aprimoramento, seguirá para as próximas etapas regimentais, com o objetivo de, finalmente, ser votado em Plenário e sancionado, consolidando a política nacional de gestão costeira-marinha.

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Fonte: Senado Federal - Notícias

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