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Alerta: TSE e especialistas desmentem boatos sobre urnas eletrônicas

Autoridades eleitorais e órgãos verificadores reforçam segurança do sistema de votação e alertam para desinformação online.

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Alerta: TSE e especialistas desmentem boatos sobre urnas eletrônicas

Em meio ao período eleitoral, a Justiça Eleitoral e veículos de comunicação têm intensificado a campanha contra a desinformação referente às urnas eletrônicas. Especialistas e o próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alertam a população para a necessidade de verificar a procedência de conteúdos online antes de compartilhá-los, a fim de evitar a propagação de fake news que distorcem a realidade do sistema de votação.

Um dos mitos mais persistentes é a alegação de que as urnas eletrônicas estariam conectadas à internet, o que supostamente as tornaria vulneráveis a ataques cibernéticos e manipulação remota. No entanto, o TSE reitera que os equipamentos operam em regime totalmente offline, sem qualquer tipo de conexão à rede mundial de computadores, seja antes, durante ou depois da votação, garantindo a integridade dos dados.

Outra narrativa frequentemente desmentida é a de que as urnas eletrônicas não podem ser auditadas. Contrário a essa afirmação, o processo eleitoral brasileiro é um dos mais transparentes e auditáveis do mundo. Diversas etapas de verificação são realizadas, incluindo auditorias públicas antes, durante e depois do pleito, como a cerimônia de lacração, o Teste Público de Segurança e a auditoria de verificação de funcionamento das urnas sob sorteio.

Além disso, o Boletim de Urna (BU) impresso em cada seção eleitoral permite a conferência dos resultados e a comparação com os dados divulgados. Partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades fiscalizadoras têm acesso a todas as informações e podem acompanhar o processo eleitoral de perto.

A desinformação sobre as urnas eletrônicas é uma tática que visa desacreditar o sistema eleitoral e gerar desconfiança entre os cidadãos. A imprensa profissional, em parceria com os órgãos eleitorais, desempenha um papel crucial na disseminação de informações corretas e no combate às narrativas falsas.

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Para esclarecer dúvidas e verificar a veracidade de informações, o Senado Federal, por exemplo, mantém um serviço de checagem. Iniciativas como o 'Senado Verifica' são essenciais para que os eleitores tenham acesso a dados confiáveis e possam exercer seu direito ao voto com segurança e convicção na lisura do processo.

A responsabilidade de combater a desinformação recai sobre todos. Eleitores são encorajados a buscar fontes oficiais e a questionar conteúdos sensacionalistas ou que busquem minar a credibilidade das instituições. A democracia se fortalece com a participação informada e consciente da sociedade civil.

A lisura do pleito é fundamental para a estabilidade democrática do país. As autoridades eleitorais e a sociedade civil organizada continuam vigilantes para garantir que o processo de votação permaneça seguro e confiável, desmistificando qualquer tentativa de comprometer a integridade das eleições.

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Fonte: Senado Federal - Notícias

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