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Política DF

Dívidas Rurais: Senadora Tereza Cristina prevê atraso na votação

Líder da bancada ruralista aponta falta de "vontade política" do governo para avançar em pauta crucial para produtores.

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Dívidas Rurais: Senadora Tereza Cristina prevê atraso na votação
Dívidas Rurais: Senadora Tereza Cristina prevê atraso na votação - imagem 2

A discussão e votação de propostas legislativas que visam renegociar ou reestruturar dívidas de produtores rurais devem ficar para 2025, de acordo com a senadora Tereza Cristina (PP-MS). A líder da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado Federal manifestou ceticismo sobre a possibilidade de qualquer avanço significativo na pauta neste ano, citando a inércia do Executivo como principal entrave.

Durante coletiva de imprensa, a parlamentar sul-mato-grossense foi categórica ao afirmar que percebe uma carência de "vontade política" por parte do governo, o que estaria impedindo o prosseguimento das discussões sobre o tema. As dívidas rurais representam um desafio constante para o setor, especialmente em períodos de instabilidade econômica e climática, exigindo soluções legislativas urgentes.

O tema da renegociação de débitos agrícolas é uma reivindicação antiga e frequente dos produtores, que buscam condições mais favoráveis para quitar seus compromissos e manter a sustentabilidade de suas atividades. Vários projetos tramitam no Congresso Nacional com esse objetivo, mas dependem de articulação e apoio do Planalto para ganhar tração e serem votados.

Tereza Cristina, que tem forte influência no agronegócio, enfatizou a importância de se encontrar um caminho para solucionar a questão. A falta de resolução afeta diretamente a capacidade de investimento e a competitividade do agronegócio, setor vital para a economia nacional.

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O atraso na apreciação dessas matérias pode gerar incertezas e agravar a situação financeira de milhares de agricultores e pecuaristas. A espera por uma ação governamental prolonga a angústia de quem enfrenta juros e penalidades crescentes sobre suas dívidas.

A senadora destacou que, sem o aval do governo, o Congresso enfrenta dificuldades para articular uma solução abrangente. A articulação entre Poderes é essencial para temas de grande impacto fiscal e econômico, como é o caso das dívidas do setor primário.

A expectativa agora é que o assunto retorne à agenda política no próximo ano, com a esperança de que haja maior receptividade e disposição do governo para dialogar e construir uma saída para os produtores rurais. A bancada ruralista promete manter a pressão para que a pauta seja priorizada.

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Fonte: Poder360

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