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“É preciso trocar o presidente do Senado”, diz presidente do Novo

Redação Cerrado em Foco•
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“É preciso trocar o presidente do Senado”, diz presidente do Novo
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Partido discutirá apoio a Rogério Marinho para presidir o Senado e defende idade mínima de 60 anos para ministros do STF

O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, durante entrevista ao vivo ao Poder360, em Brasília Poder360 - 8.out.2026 Juliana Alves de Brasília 8.out.2026 (quinta-feira) - 16h33 Priorize o Poder no Google O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro , defendeu a saída de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) da Presidência do Senado. Em entrevista ao Poder360 nesta 5ª feira (8.out.2026), Ribeiro afirmou que o partido pretende articular a eleição de outro nome para o comando da Casa Alta e criticou a demora de Alcolumbre em dar andamento a pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

“Simplesmente vamos eleger outro presidente do Senado” , declarou Ribeiro. Segundo ele, a relação de Alcolumbre com uma ala do Supremo e as mensagens que vieram a público envolvendo o presidente do Senado e o empresário Daniel Vorcaro levantam questionamentos sobre sua permanência no cargo.

Ribeiro afirmou que não vê legitimidade para Alcolumbre continuar à frente da Casa e disse que a bancada do Novo discutirá a escolha do próximo presidente com o PL e outras siglas.

O dirigente disse que o partido ainda não definiu formalmente quem apoiará para a sucessão, mas afirmou que tem uma avaliação positiva do senador Rogério Marinho (PL-RN), nome defendido pelo PL para a disputa.

“Pela proximidade, pela admiração, inclusive, que temos recíproca com o próprio Rogério Marinho, acho que não vai ter nenhum problema em apoiá-lo” , afirmou. Ribeiro acrescentou que a decisão será construída com os senadores eleitos pela legenda.

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Ribeiro afirmou que uma das prioridades do Novo no Congresso será promover mudanças na estrutura do Judiciário e nos mecanismos de controle sobre o STF. Segundo ele, a discussão deve incluir limites às decisões individuais de ministros, alterações nos critérios de indicação para a Corte e a possibilidade de estabelecer mandatos.

O presidente do partido citou a limitação de decisões monocráticas como um avanço, mas afirmou que outras medidas ainda precisam ser discutidas pelo Senado e pela Câmara.

O dirigente disse, porém, que o Novo ainda não tem uma posição fechada sobre a adoção de mandatos para ministros do Supremo ou a definição de uma idade mínima mais elevada para a indicação.

Em sua avaliação pessoal, os ministros deveriam assumir o cargo aos 60 anos e deixar a Corte aos 75, o que resultaria em mandatos de 15 anos.

O dirigente do Novo disse que a proposta também busca estabelecer critérios mais objetivos para as indicações e reduzir possíveis conflitos de interesse relacionados à atuação profissional de ministros e de seus familiares.

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Fonte: Poder360

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