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Jantar de ministros de Lula tem Boulos “treinador” e clima de incerteza

Redação Cerrado em Foco••2 visualizações
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Jantar de ministros de Lula tem Boulos “treinador” e clima de incerteza
Jantar de ministros de Lula tem Boulos “treinador” e clima de incerteza - imagem 2

Ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência tenta animar colegas diante do resultado eleitoral adverso para o Planalto no 1º turno

Guilherme Boulos (Psol) se licenciou do ministério para dar uma carga na campanha de Lula Reprodução/YouTube (@GuilhermeBoulosOficial) - 12.set.2026 Houldine Nascimento de Brasília 7.out.2026 (quarta-feira) - 18h26 Priorize o Poder no Google A reunião de ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na noite de 3ª feira (6.out.2026) foi marcada por um clima de contrição e incerteza. A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, foi responsável por coordenar o encontro, que foi realizado na residência do ministro Wolney Queiroz (Previdência), em Brasília.

Houve uma tentativa de Guilherme Boulos , ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência , incentivar os colegas, tal qual um animador de torcida no estilo “vamos lá, vamos lá” . Atuou como um treinador de futebol que tenta dar uma injeção de ânimo aos jogadores no vestiário, antes do 2º tempo, com o time já perdendo a partida.

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Boulos se licenciou do ministério para dar uma carga na campanha de Lula. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, também estiveram no encontro.

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O jantar se estendeu das 18h30 às 22h30. Entre os presentes, houve quem tentasse dissuadir, dizendo que o clima estava “ótimo” , mesmo diante do cenário adverso para Lula.

A campanha de Lula busca tirar de casa quem não votou no 1º turno. Entretanto, há limites para essa operação dar certo. No Nordeste, reduto eleitoral do petismo, a taxa de abstenção foi de 18,36% –menor que a média nacional, de 21,08%. O percentual de 2026 é o maior desde 1998 . Foram 33.469.244 faltantes nas eleições deste ano.

É uma tentativa de diminuir a distância em relação ao candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro , que foi com vantagem para o 2º turno, marcado para 25 de outubro. O senador fluminense teve 47,03% dos votos válidos (56.104.503 votos); Lula, 45,16% (53.879.538 votos).

Lula também tenta enfatizar em seu discurso mudanças na segurança pública e no Judiciário e cogita retirar do presidente a prerrogativa de indicar nomes para o Supremo Tribunal Federal. É uma guinada que destoa do que a esquerda costuma ter como pauta.

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Fonte: Poder360

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