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Segurança

PF arquiva apuração sobre possível interferência dos EUA nas eleições

Redação Cerrado em Foco•
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PF arquiva apuração sobre possível interferência dos EUA nas eleições
PF arquiva apuração sobre possível interferência dos EUA nas eleições - imagem 2

Apuração foi motivada por recursos destinados a projeto que criticava decisões do STF e possível influência estrangeira

A PF concluiu que não havia elementos mínimos que justificassem a abertura de um inquérito formal sobre influência nas eleições do Brasil Sérgio Lima/Poder360 - 20.ago.2018 PODER360 7.out.2026 (quarta-feira) - 18h53 Priorize o Poder no Google A Polícia Federal arquivou a apuração preliminar sobre uma possível interferência do governo dos Estados Unidos nas eleições brasileiras de 2026. A decisão se deu depois de a Diretoria de Inteligência da corporação analisar uma representação encaminhada pela AGU (Advocacia-Geral da União). A informação foi publicada pela jornalista Malu Gaspar, do O Globo e confirmada pelo Poder360.

A PF concluiu que não havia elementos mínimos que justificassem a abertura de um inquérito formal. A análise foi iniciada depois de uma reportagem do jornal britânico The Guardian sobre recursos destinados pelo governo norte-americano a um projeto voltado a contestar decisões do Supremo Tribunal Federal.

A reportagem indicou que o Departamento de Estado dos EUA destinou US$ 1 milhão para uma iniciativa chamada “Combate à Litigância Deliberativa e à Censura no Brasil” . O programa fazia parte de um pacote de US$ 176,9 milhões destinado a projetos relacionados a direitos humanos e democracia em diferentes países.

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A iniciativa tinha entre seus objetivos apoiar grupos da sociedade civil contrários ao que classificavam como excesso de poder judicial e censura no Brasil.

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, confirmou no domingo (4.out) que a corporação realizava uma análise preliminar do caso, ainda sem a abertura formal de um inquérito.

No domingo, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, afirmou que os relatórios da Corte não indicavam risco de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Ministros do TSE também consideraram excessivo o pedido de investigação.

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Fonte: Poder360

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