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Economia

Lula defende fim de imposto federal para compras até US$ 50

Presidente argumenta que medida é uma questão de justiça e confia na aprovação do Congresso.

Redação Cerrado em Foco
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Lula defende fim de imposto federal para compras até US$ 50

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o fim da taxação federal para compras internacionais de até US$ 50 é uma "questão de justiça". A fala ocorreu durante sua tradicional transmissão ao vivo nas redes sociais, na qual ele reiterou o compromisso do governo em facilitar o acesso a produtos importados para a população de menor poder aquisitivo.

Durante o evento, Lula enfatizou que a medida representa um benefício direto para milhões de brasileiros que utilizam plataformas de e-commerce para adquirir bens. Ele argumentou que a isenção tributária para esses valores mais baixos promove a inclusão social e econômica, permitindo que mais pessoas acessem produtos que antes seriam financeiramente inviáveis devido aos impostos.

O chefe do Executivo expressou otimismo quanto à tramitação da proposta no Legislativo. "Eu confio que o Congresso vai aprovar essa matéria", afirmou, indicando que há um entendimento coletivo sobre a relevância da medida. A expectativa é que o projeto de lei, que já passou pelo Senado, tenha uma aprovação célere na Câmara dos Deputados.

Inicialmente, havia uma preocupação sobre o impacto da isenção na indústria nacional. No entanto, o governo tem trabalhado para encontrar um equilíbrio que beneficie tanto os consumidores quanto o setor produtivo. A justificativa principal é que a medida atende a um público específico que busca produtos de menor valor, muitas vezes não produzidos internamente em escala ou com preços competitivos.

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A proposta atual prevê a isenção do Imposto de Importação para bens com valor até US$ 50, mantendo a incidência de 17% de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é um tributo estadual. Essa combinação busca aliviar a carga tributária federal sem desconsiderar a arrecadação dos estados.

O debate sobre a taxação de compras internacionais tem sido intenso, envolvendo varejistas nacionais, importadores e consumidores. A posição do presidente Lula reforça o direcionamento do governo em simplificar e tornar mais acessível o comércio eletrônico de baixo valor, alinhando-se a práticas observadas em outros mercados internacionais.

A expectativa agora é que o texto final seja votado na Câmara e, posteriormente, sancionado pela Presidência da República. A sanção presidencial consolidaria a medida, que tem sido vista como um passo importante para a modernização das regras de importação de pequenas encomendas.

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Fonte: Poder360

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