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Saúde

Novo remédio contra insônia deve chegar ao Brasil até dezembro

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Novo remédio contra insônia deve chegar ao Brasil até dezembro
Novo remédio contra insônia deve chegar ao Brasil até dezembro - imagem 2

O Dayvigo, remédio contra a insônia, deve começar a ser comercializado no Brasil até o fim deste ano. A farmacêutica brasileira Eurofarma será a responsável por comercializar o medicamento no país. A promessa é que o Dayvigo traga menos dependência devido ao seu princípio ativo, o lemborexante.

O medicamento foi desenvolvido em 2019 pela farmacêutica japonesa Eisai e já é vendido em cerca de 30 países, como Japão, Estados Unidos, Canadá e Austrália.

O remédio já foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A Eurofarma aguarda agora que o medicamento, produzido no Reino Unido, chegue ao Brasil para ser vendido nas farmácias. Para a compra, será necessária a apresentação de receita médica. A aprovação é válida apenas para adultos.

Serão duas dosagens possíveis: de 5 mg e de 10 mg. O preço deve ser de cerca de R$ 200 para uma cartela com 28 comprimidos.

Segundo João Siffert, vice-presidente de Inovação da Eurofarma, as grandes diferenças do Dayvigo em relação a outros medicamentos contra a insônia são:

“O medicamento é um inibidor de uma substância no cérebro, chamada orexina, uma molécula que basicamente mantém a vigília. Tem também uma propriedade importante que não só induz o sono, ou seja, permite que você caia no sono, como também trabalha para manter o sono durante a noite”, declarou Siffert ao Poder360.

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Assim como outros medicamentos contra a insônia, o Dayvigo pode causar efeitos colaterais. Segundo a Anvisa, em menos de 2% dos casos analisados, foram registrados sonolência, fadiga e paralisia do sono.

Além disso, não é recomendado que os pacientes consumam álcool enquanto usam o medicamento.

Nenhum ajuste de dose é recomendado para pessoas com insuficiência renal. Usuários com insuficiência hepática moderada devem usar no máximo a dose de 5 mg. O uso não é recomendado em pacientes com insuficiência hepática grave.

Quanto à capacidade de dirigir, pessoas que usam a dose de 10 mg devem ser alertadas sobre o potencial de comprometimento no desempenho da condução de veículos na manhã seguinte.

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Fonte: Poder360

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