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Segurança

Reforma global de tráfego aéreo quer reduzir atrasos e emissões

Redação Cerrado em Foco•
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Reforma global de tráfego aéreo quer reduzir atrasos e emissões
Reforma global de tráfego aéreo quer reduzir atrasos e emissões - imagem 2

Adoção de sistema para projetar congestionamentos aéreos pode aumentar a eficiência, a segurança e a sustentabilidade

Iniciativa busca responder a um cenário cada vez mais complexo, marcado pela alta do tráfego, na imagem, avião sobrevoando John McArthur/Unsplash PODER360 12.out.2026 (segunda-feira) - 13h55 Priorize o Poder no Google Atores do setor aéreo se reuniram na sede da Organização da Aviação Civil Internacional, Icao, em Montreal, no Canadá, para avançar com a implementação global da gestão do fluxo de tráfego aéreo. O encontro foi na 6ª feira (9.out.2026).

A iniciativa busca responder a um cenário cada vez mais complexo, marcado pela alta do tráfego, por fenômenos meteorológicos extremos, por fechamentos de espaços aéreos e pela incorporação de novas tecnologias.

Na abertura das discussões, o secretário-geral da Icao, Juan Carlos Salazar, afirmou que a adoção de uma rede verdadeiramente conectada para a gestão do fluxo de tráfego aéreo possibilitaria a operação mais previsível e eficiente de voos, aprimorando a segurança e a sustentabilidade.

Em vez de controlar cada voo de forma isolada, a adoção deste sistema permite que as companhias aéreas ajustem horários, rotas e capacidade, com base na projeção de focos de congestionamento aéreo com antecedência.

O departamento sublinha ainda que a adoção generalizada de um sistema internacional para antecipar e controlar o congestionamento aéreo traria benefícios para os passageiros, diminuindo tempos de espera nos terminais, nas decolagens e nos pousos.

Uma das ferramentas que compõem este modelo baseia-se na tomada de decisão colaborativa nos aeroportos, por meio da qual as companhias aéreas, os aeroportos e os controladores compartilham informações em tempo real.

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Essa coordenação pode também se estender a outras atividades aeroportuárias, desde o manuseio de bagagens e o reabastecimento até a movimentação de passageiros. A agência da ONU também tem promovido uma expansão gradual do chamado “espaço aéreo de rotas livres “, que permite às aeronaves escolherem trajetórias mais diretas e eficientes.

Os resultados servirão para orientar as atualizações das diretrizes da Icao e o apoio prestado aos Estados para a implementação das novas medidas.

Por sua vez, as novas disposições sobre a gestão do fluxo de tráfego aéreo deverão entrar em vigor em novembro de 2030.

Em um momento em que a Europa e a América do Norte já dispõem de sistemas centralizados de gestão do fluxo aéreo, o desafio atual passa por ampliar estas capacidades e a sua compatibilidade entre países e regiões.

A Icao sublinha que, na próxima década, a Gestão do Fluxo de Tráfego Aéreo passará a ser uma necessidade para os Estados, os prestadores de serviços de navegação aérea e os usuários do espaço aéreo.

Este texto foi originalmente publicado pela ONU News, em 7 de outubro de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.

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Fonte: Poder360

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