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Segurança

China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relação com Taiwan

Redação Cerrado em Foco•
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China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relação com Taiwan
China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relação com Taiwan - imagem 2

Medidas incluem congelamento de ativos e restrições de entrada no país; Pequim reivindica Taiwan como seu território

A China considera Taiwan parte de seu território e não descarta recorrer à força para incorporá-la Reprodução/Macau Photo Agency (via Unsplash) - 24.jun.2020 PODER360 12.out.2026 (segunda-feira) - 15h30 Priorize o Poder no Google A China anunciou nesta 2ª feira (12.out.2026) sanções contra o ministro das Comunicações do Paraguai, Gustavo Villate, e o chanceler de Belize, Francis Fonseca. Pequim afirmou que a decisão é por causa relação diplomática dos 2 países com Taiwan, ilha que o governo chinês reivindica como parte de seu território .

Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que as medidas buscam a proteger a “soberania nacional, a segurança e os interesses de desenvolvimento” do país. O governo também declarou que pretende combater ações que promovam a “independência de Taiwan ”.

Paraguai e Belize integram o grupo de 12 países que ainda mantêm relações diplomáticas oficiais com Taiwan. Pequim considera a ilha parte de seu território e não descarta recorrer à força para incorporá-la.

Nos últimos anos, a China intensificou a pressão militar sobre Taiwan , com o envio frequente de aeronaves e navios militares para áreas próximas à ilha. Pequim também busca a reduzir o número de países que reconhecem diplomaticamente o governo de Tawian.

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Nauru, Honduras e Nicarágua estão entre os países que romperam relações com a ilha e passaram a reconhecer a China. Os aliados diplomáticos restantes de Taiwan concentram-se principalmente na América Central, no Caribe e no Pacífico Sul. O grupo também inclui Essuatíni, no sul da África, e a Cidade do Vaticano.

As medidas anunciadas por Pequim incluem o congelamento de eventuais ativos dos 2 ministros em território chinês, a proibição de entrada no país e a restrição de cooperação com indivíduos e organizações chinesas.

As sanções tendem a produzir efeitos práticos limitados, já que autoridades de países que mantêm relações com Taiwan raramente viajam à China. Por isso, a iniciativa tem caráter principalmente simbólico e reforça a oposição de Pequim aos vínculos diplomáticos com a ilha.

No sábado (10.out), o presidente de Taiwan, Lai Ching-te, disse, em discurso pelo Dia Nacional da ilha, que o governo valoriza a paz, mas não abrirá mão da liberdade. Segundo ele, o aumento dos gastos militares busca a impedir um conflito com a China, e não provocar Pequim.

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Fonte: Poder360

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