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Zettel discute oferta pela rádio “Transamérica” com Vorcaro

Redação Cerrado em Foco•
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Zettel discute oferta pela rádio “Transamérica” com Vorcaro
Zettel discute oferta pela rádio “Transamérica” com Vorcaro - imagem 2

Mensagem de julho de 2024 cita proposta de “60MK” pela rádio e contrato “para comprar o Leo Dias”

Há ainda outros 2 pedidos. Um para convidar o cunhado do fundador do Banco Master e outro para quebrar o sigilo bancário e fiscal da empresa Moriah Asset, da qual Fabiano Zettel (foto) é CEO Divulgação/Moriah Asset Ludmyla Barros de Brasília 12.out.2026 (segunda-feira) - 15h27 Priorize o Poder no Google Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro e apontado como seu operador financeiro, discutiu com o ex-banqueiro uma oferta pela rádio “Transamérica”. Registros de mensagens extraídas do celular de Vorcaro e obtidas pelo Poder360 mostram tratativas comerciais e referências a movimentações financeiras. Não há evidências de que a operação tenha sido concluída.

Às 12h de 18 de julho de 2024, Zettel enviou a Vorcaro uma mensagem sobre um pedido feito por “Flavio” . O texto também menciona um “outro contrato para comprar o Leo Dias” , em referência ao jornalista de celebridades Léo Dias.

“Flavio me pediu mega urgência para preparar uma oferta de 60MK para a Rádio Transamérica e outro contrato para comprar o Leo Dias” , escreveu Zettel. Às 12h00min35s, perguntou se Vorcaro estava ciente do assunto. O ex-banqueiro respondeu às 12h01: “Ok” .

Mais tarde, às 20h11, Vorcaro cobrou uma transferência financeira: “Faz 1mm sicario. Nao fez isso??” . Às 20h12, Zettel atribuiu o atraso a um bloqueio interno: “Hoje é o segundo dia seguido que Felix me breca… te avisei. Isso porque a Super tem saldo…” .

O Poder360 procurou as assessorias da Rádio Transamérica e do jornalista Léo Dias por e-mail para comentar as mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso haja manifestação.

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Investigações da Polícia Federal identificaram que o publicitário Thiago Miranda, ex-sócio do jornalista Léo Dias, ofereceu até R$ 2 milhões a influenciadores para que participassem de uma campanha favorável ao Banco Master. A iniciativa era chamada de “Projeto DV” , em referência às iniciais de Daniel Vorcaro.

Em depoimento à PF, Miranda afirmou que conheceu Vorcaro depois que o ex-banqueiro ofereceu R$ 3,5 milhões para comprar o portal de notícias de Léo Dias. Segundo o publicitário, Vorcaro tinha interesse em montar um grupo de mídia. Depois, Miranda ofereceu serviços de gerenciamento de imagem, incluindo a contratação de influenciadores para defender os interesses do empresário.

Em suas redes sociais, Miranda afirmou, em 7 de julho de 2026, dois dias antes da operação policial, que deixava oficialmente a sociedade do Grupo Léo Dias de Comunicação.

Na ocasião, a defesa do publicitário negou que ele tivesse agido “ilegalmente” e declarou que Miranda “sempre pautou sua atuação profissional pela legalidade, pela transparência e pelo respeito às instituições e pelo livre exercício da liberdade de expressão, não tendo praticado qualquer ato criminoso, tampouco participado de conduta destinada a intimidar, coagir, constranger ou violar direitos de terceiros” .

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Fonte: Poder360

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