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Segurança

Coreia do Norte lança mísseis após teste hipersônico da Coreia do Sul

Redação Cerrado em Foco•
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Coreia do Norte lança mísseis após teste hipersônico da Coreia do Sul
Coreia do Norte lança mísseis após teste hipersônico da Coreia do Sul - imagem 2

Governo sul-coreano condenou os disparos como violações de resoluções da ONU; projéteis caíram no mar

Na imagem, Kim Jong-un e a filha (ao centro) acompanham o teste Reprodução/KCNA PODER360 12.out.2026 (segunda-feira) - 16h17 Priorize o Poder no Google A Coreia do Norte lançou vários mísseis balísticos nesta 2ª feira (12.out.2026) em direção ao mar do Leste, também conhecido como mar do Japão. Os disparos foram realizados a partir da região de Pyongyang, capital norte-coreana. O governo da Coreia do Sul condenou os lançamentos, classificando-os como violações das resoluções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), e exigiu sua interrupção imediata. Eis a íntegra do comunicado (PDF – 59 kB).

Os lançamentos foram realizados 4 dias depois de a Coreia do Sul testar pela primeira vez um veículo planador hipersônico desenvolvido no país, capaz de atingir velocidades superiores a 5 vezes a do som e alterar sua trajetória durante o voo. O teste, realizado na 5ª feira (8.out), foi acompanhado pelo presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, em uma rara demonstração pública de armamento avançado.

Segundo o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul, os mísseis foram detectados por volta das 9h20, no horário local. O Ministério da Defesa do Japão identificou pelo menos 2 lançamentos, realizados às 9h19 e às 9h36. O primeiro projétil percorreu aproximadamente 220 km, enquanto o segundo ultrapassou 910 km. Ambos caíram no mar, sem atingir o território japonês.

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Embora os testes de mísseis norte-coreanos sejam recorrentes, a sequência de lançamentos evidencia a intensificação das tensões militares na península Coreana. A sucessão de exercícios reforça a disputa tecnológica entre os 2 países, que buscam desenvolver armamentos mais rápidos, precisos e difíceis de interceptar.

A escalada amplia as preocupações com a segurança regional, em um cenário de relações diplomáticas deterioradas e impasses nas negociações sobre o programa nuclear norte-coreano.

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Fonte: Poder360

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